Pousamos em Porto Alegre.
Acredito que esse é o último post desse blog.
Ja vamos descer do avião.
Nos vemos em instantes.
segunda-feira, 23 de abril de 2018
Último Trecho
Já estamos todos embarcados no voo Gol 2112, que deve decolar às 9:40h.
Daqui a pouquinho estamos ai.
Daqui a pouquinho estamos ai.
Último Free Shop
Estamos saindo do último Free Shop da viagem. Daqui a pouco, faremos o check-in na Gol para embarcar para Porto Alegre.
Agora são 7:00h da manhã aqui no Rio e 7:00h da manhã aí em Porto Alegre também - sinal de que estamos perto.
Até mais.
Último Free Shop
Último Free Shop
Último Free Shop
Esperando as Malas
Estamos ao lado da esteira de número 3, aguardando nossas malas. Algumas já chegaram.
Daqui, passamos pela alfândega, pelo último Free Shop e vamos despachar novamente as malas pela Gol para POA.
Nosso próximo voo, o último dessa jornada (ufa), parte do Rio as 9:40h.
Até mais.
Daqui, passamos pela alfândega, pelo último Free Shop e vamos despachar novamente as malas pela Gol para POA.
Nosso próximo voo, o último dessa jornada (ufa), parte do Rio as 9:40h.
Até mais.
Pousamos no Rio
São 5:10h aqui no Rio (5:10h ai em Porto Alegre, hehe). Pousamos há pouco e ainda estamos dentro do avião.
Estamos todos bem.
Ate mais.
Estamos todos bem.
Ate mais.
domingo, 22 de abril de 2018
Re-embarcando
Estamos embarcando em Roma. Nosso destino agora é o Rio de Janeiro, onde só devemos chegar amanhã cedo.
Então, até amanhã!
Boa viagem para nós!
Então, até amanhã!
Boa viagem para nós!
Habemus Free Shop
Estamos no confortável e gigantesco Free-Shop do aeroporto Leonardo Da Vinci, em Fiumicino, nos arredores de Roma. Agora são 19:45h aqui em Roma e nosso voo deve partir às 21:50h, se D-s quiser.
É tempo de aproveitar um pouco para fazer as últimas compras (pais: cuidado com a conta do cartão!!!) e comer alguma coisa diferente. Ainda teremos mais um Free Shop, no Galeão, amanhã cedo.
Até mais.
Em Roma
São 18:15h aqui na Itália (13:15h no Brasil). Já desembarcamos no aeroporto de Roma. Estamos fazendo uma parada para banheiro e, em breve, pegamos o trem interno do aeroporto para a área E, de onde decola nosso voo, às 21:50h.
Todos bem. Daqui a pouco embarcamos de novo.
Até mais.
Em Roma
Embarcando
Já estamos todos na zona de embarque do Duty Free e, em instantes, embarcamos para Roma.
Até mais tarde.
Até mais tarde.
No Free Shop
No Free Shop
Aguardando Embarque
No Free Shop
Check in e Hora Israelita
São 13:50h aqui em Tel Aviv, 7:50h aí no Brasil.
Quase todos já fizeram check-in. Os últimos estão agora fila. Daqui a pouco entramos para o Free-Shop de Tel Aviv, que aliás, é fantástico: foge do padrão chocolate-perfume-eletrônico e tem lojas que vendem praticamente tudo.
Às 8:20h (hora do Brasil) vamos ser entrevistados na Hora Israelita. Não avisei antes porque não sabia se daria tempo de ir ao ar, já que estaríamos (e estamos) no aeroporto. Mas, se a conexão colaborar, iremos ao ar.
Até mais.
Quase todos já fizeram check-in. Os últimos estão agora fila. Daqui a pouco entramos para o Free-Shop de Tel Aviv, que aliás, é fantástico: foge do padrão chocolate-perfume-eletrônico e tem lojas que vendem praticamente tudo.
Às 8:20h (hora do Brasil) vamos ser entrevistados na Hora Israelita. Não avisei antes porque não sabia se daria tempo de ir ao ar, já que estaríamos (e estamos) no aeroporto. Mas, se a conexão colaborar, iremos ao ar.
Até mais.
No Ben Gurion
Já estamos no aeroporto Ben Gurion. São 12:30h aqui em Israel, 6:30h no Brasil.
Vamos almoçar e, em breve, faremos nosso check-in.
Tentei fazer um breve vídeo aqui no aeroporto para falar da nossa saudade e vontade de voltar pra casa, mas não saiu muito bom. Os entrevistados não colaboraram...
Vamos almoçar e, em breve, faremos nosso check-in.
Tentei fazer um breve vídeo aqui no aeroporto para falar da nossa saudade e vontade de voltar pra casa, mas não saiu muito bom. Os entrevistados não colaboraram...
Palavras de Despedida
Agora são 11:00h aqui em Israel, ainda é madrugada aí no Brasil. Não se assuste, caro leitor, este não é o último post deste blog. Mas, como fiz no passado, deixo aqui um agradecimento - repetindo um pouco do que já disse durante essas últimas duas semanas e também coisas que escrevi em outras viagens, mas acrescento aqui outro tanto.
Escrevo essas linhas sentando num canto, na velha cidade de Jerusalém, próximo à esplanada do Kotel Hamaaravi. De quando em vez, carinhas conhecidas passam por aqui, subindo e descendo sobre as pedras milenares. Não posso deixar de sorrir ao vê-los, descobrindo coisas novas, experimentando, independentes, aproveitando os últimos momentos ao lado dos colegas numa relação de cumplicidade bem diferente da que normalmente têm na escola. Me levanto, vou até o Kotel, tiro mais fotos, sem deixar de assombrar-me com a beleza única de cada momento aqui tão colorido. Foram milhares de fotos, mas não cansam, pois sei que a próxima sairá mais bela do que as que a precederam. As pessoas que passam me olham, sentado no chão, não sabem se estou sorrindo ou chorando. Não sabem o que nos trouxe até aqui.
Confesso a vocês, que aqui me leem, que quando chega o fim dessa jornada, sou tomado sempre de uma mesma sensação, embora a cada ano as reflexões possam ser bastante diferentes – já que o mundo ao nosso ao redor nunca é o mesmo e nós nunca somos os mesmos. Pode parecer bobo, partindo de um adulto, mas acho que essa experiência me afeta tanto quanto a um adolescente. Não é minha primeira nem a segunda viagem, mas cada Marcha é para mim especial porque única. Sem embargo, o sentimento de que se completa aqui uma etapa e que algo muito grande nos uniu e seguirá sempre nos unindo – esta sensação me é familiar. Por isso, nesse momento, me vejo compelido a dizer algumas palavras de despedida e encontro adequado repetir algumas das ideias que, nos últimos anos, me acompanharam no encerramento de cada jornada.
Pois é, não parece, mas está chegando ao fim. A Marcha da Vida está chegando ao fim. Amanhã, não acordaremos juntos para o café nem faremos contagem no ônibus. Não haverá, muito provavelmente, salada e arenque no café da manhã de amanhã. O motorista não buzinará freneticamente como se tivesse sempre razão. As coisas serão diferentes amanhã.
Essa experiência deixará, claro, marcas indeléveis em todos nós, mas a fantástica sensação de se desconectar da realidade e mergulhar em um mundo de intensas vivências e profunda reflexão - uma realidade tão envolvente que nos faz esquecer a rotina (que parece estar tão distante) e nos permite trilhar uma jornada a nós mesmos - essa está por terminar. Durante duas semanas, é como se o mundo lá fora tivesse parado, como se não houvesse outra coisa a fazer, a não ser viver com máxima intensidade o que está por vir – curtir ao máximo ou se emocionar ao máximo. É como se todo esse dia houvesse sido criado somente para que pudéssemos conhecer a história de um lugar, de uma pessoa, observar o mar ou para que pudéssemos comemorar o Yom Haatzmaut – no resto do mundo, apenas cantavam os passarinhos e nada mais acontecia que pudesse ser de qualquer importância. Amanhã o mundo desacelera. Nossa realidade desacelera. Tudo volta ao normal.
Pois aqui cada dia é vivido ao máximo – e, não raro, acordávamos em uma cidade para pernoitar em outra, passando ainda por uma terceira durante a tarde. Vimos desertos, lagos, mares, a Europa e a Ásia. Aprendemos a conhecer melhor nossos amigos, a dividir nossos sentimentos, nossas emoções. Conhecemos pessoas incríveis, nossos guias, seguranças, motoristas, colegas de outras partes do mundo que nos ensinaram muito ao longo do caminho e cuja amizade levaremos conosco ao Brasil.
Para você, fiel leitor, isso significa também que o blog se aproxima do seu fim. Durante as últimas semanas emprestei a vocês meus olhos, meu coração e minha pena. Olhos de lentes e pena de teclado. Foram os olhos, janela da alma, e a pena, válvula de escape do coração, que nos mantiveram tão unidos. Centenas de fotos, dezenas de vídeos, mais de cento e cinquenta postagens, tudo isso durante apenas duas semanas – duas intensas semanas, nas quais estivemos distantes, porém mais próximos do que nunca.
Acredito, portanto, que este é último post longo que escrevo neste Blog. Não será o último, porque ainda tentarei, bli neder e beEzrat Hashem, atualizar vocês no Ben Gurion, em Roma e no Galeão, mas a correria e as preocupações aeroportuárias certamente não me permitirão escrever mais do que um punhado de palavras. Portanto, aproveito nossas últimas horas aqui em Israel para escrever algumas palavras de despedida.
Sei que não são meus longos e mal escritos textos, coalhados de anacolutos, apinhados de adjetivos e imprecisos no estilo, que mescla e alterna, sem prévio aviso, entre o formal e o informal, o real e o imaginário, a razão e a emoção (e que arrisca um humor irônico quando uma porta se abre para tal) que atraem os leitores desta página. Sei que o que atrai os fiéis leitores deste Blog é o desejo de ver o brilho dos olhos e o sorriso dos rostos daqueles que amamos. Entendo o que os leva a, antes de ler qualquer palavra, percorrer com olhos frenéticos toda a página identificando com agilidade ímpar queridas faces numa foto, mesmo em meio a uma multidão de outras tantas. Imagino até mesmo a decepção quando não aparecem...
Não obstante, acredito que é adequado fazer uma despedida (e assim reza também a etiqueta) – afinal de contas ficamos juntos tanto tempo, sempre tão pertinho (apenas dez mil quilômetros de distância), tão íntimos, dividindo nosso choro e nossa alegria, compartilhando os detalhes de nossos dias e experiências – que não podemos nos despedir sem dizer adeus. Bom, chegou a hora de dizer adeus.
Amanhã não haverá mais Marcha da Vida, não haverá mais Blog, nem museus, parques, Vístula, Mar Mediterrâneo, ou alface, tomate, pepino e peixe no café da manhã. Não haverá programação nem roteiro, mas nossa rotina, porque retomada. Não haverá motivo para sentar diante do computador de manhã bem cedo com uma xícara de café ou uma bebida gelada para acompanhar, ansiosamente, as notícias da viagem aqui publicadas, apreciando os sorrisos daqueles que amamos em meio a lindas paisagens que, ao lado dos autênticos semblantes de alegria de nossos filhos, parecem tão sem graça quanto cinzentos muros sob o céu nublado. Não haverá amanhã sentido para a frase "aqui o horário é tal e aí no Brasil são tantas horas"... Não far-se-á necessário um vídeo para contar, em 3 minutos, como foi dia de cinquenta horas...
Amanhã, porém, estaremos ainda mais juntos. Não haverá espaço no Salgado Filho para os abraços acumulados durante esses últimos dias. Não haverá palavras para a alegria do reencontro. Será um daqueles dias em que o tempo entre a aterrissagem e o desembarque se arrasta, pesado como um paquiderme, e que a esteira de bagagens parecerá demorar uma eternidade (mais do que já demora sempre).
Por isso, aproveito esses últimos momentos para agradecer e me despedir: Obrigado a todos os que fizeram desse projeto um dos mais inovadores e bem sucedidos programas educacionais de nossa comunidade – coordenadores, professores, direção, pais (um grupo fantástico que trabalhou duro para que tudo isso fosse possível) e, principalmente, aos jovens tão especais que partilharam conosco estas duas semanas. Jovens que demonstraram tanto respeito uns pelos outros: se fosse só para ver o carinho com o qual esses jovens tratam os colegas - só isso e mais nada - já valeria a pena essa viagem! Aos pais que vestiram a camisa, venderam rifa, livros e organizaram peças: valeu a pena! Valeu muito a pena!
Agradeço também aos pais que confiaram em mim, na Morá Lu, no Rafa, na Ilse e em toda a equipe do Colégio com o que têm de mais precioso. Obrigado ao Israelita que acreditou há 10 anos nessa ideia e promove um empreendimento muito especial e que vai transformar o mundo – começando por transformar algumas vidas e um pouquinho de nossa comunidade.
Um obrigado muito muito muito especial aos grandes parceiros, Morá Lú e Rafa - amigos, profissionais, competentes. Eles transformaram a Marcha numa experiência perfeita.
Principalmente, agradeço a minha esposa, Débora, sem a qual não haveria para mim nem blog, nem viagem, nem inspiração, nem alegria. É ela, de uma só vez, meu barco, minha vela e minha âncora nesta e em outras jornadas. Durante estas semanas, dividiu seu tempo entre a prática da medicina, o cuidado com os filhos, a casa, a comunidade – sem deixar de dedicar-se de maneira impecável, irretocável e admirável a nenhum destes – para permitir-me o privilégio de participar desta viagem. Sem ela eu não estaria aqui (realmente não sei onde estaria...). Não se trata, em todo caso, de um agradecimento, mas apenas de um reconhecimento, já que jamais poderei ser-lhe grato suficiente por fazer de mim quem sou.
Penso que voltamos da Marcha mudados, amadurecidos, mais conscientes de nossas responsabilidades e, principalmente, sabendo valorizar mais tudo que temos: nossa família, nossos amigos, nossa vida, nosso mundo – o mundinho e o mundão. Conhecendo um pouco mais sobre a vida, a beleza da bondade, do amor e do respeito ao próximo. Voltamos mais próximos dos valores de nossa Torá e do judaísmo. Um pouco mais conscientes de nossa responsabilidade para com o mundo.
Acredito que, em médio prazo, a Marcha da Vida mudará o perfil de nossa comunidade, que contará no futuro com centenas ou milhares de jovens e adultos que experimentaram essa vivência tão transformadora. Parece uma ideia ingênua, utópica, mas acredito com firmeza que não se apagará dos corações e das mentes desses jovens tudo o que viram, sentiram e aprenderam durante essas duas semanas. Sei que não se apagará de minha alma. Toda a história e a cultura de nosso povo, transmitida desde imemoráveis gerações. Toda a dor e a alegria, todo o conhecimento e toda a Torá. Tudo aquilo que nos compele a, com justiça, ter orgulho de sermos quem somos. Sei que saberão utilizar tudo o que aqui receberam para o bem de nossa comunidade, de nossa sociedade e do mundo. Sei que o que viram aqui os inspirará a construir um futuro melhor. Tenho convicção plena de que essa experiência terá um grande impacto sobre a liderança de nossa comunidade e que esses jovens serão grande líderes, conectados com suas raízes e preocupados com o mundo a seu redor, determinados a trabalhar pela construção de uma sociedade mais justa.
Obrigado a todos vocês que vieram com a gente para essa Marcha. Nos vemos em casa.
Boa viagem para todos nós!
Deixando a Terra Santa
Nossa última atividade não poderia ser num lugar mais especial. Pela manhã, deixamos o hotel e fomos à cidade velha, para o Kotel (Muro das Lamentações) onde fizemos uma conversa de encerramento.
Cada um teve tempo para ir ao Kotel, fazer sua última despedida desta terra tão especial e sagrada e desta jornada, que já se aproxima do seu final. Agora são 10:45h aqui em Israel (4:45h no Brasil), e já estamos à caminho do aeroporto Ben Gurion.
sábado, 21 de abril de 2018
Sobre Mudanças
Passamos por uma experiência muito especial nessas duas semanas. Aí, no Brasil, passaram apenas duas semanas, mas aqui, vivemos alguns anos. Voltamos mais maduros, mais independentes. Voltamos com muitas alegrias, muita amizade e um tanto de dor. Voltamos com marcas e com tesouros.
Não é fácil pensar nisso, mas é um fato. Nossos filhos crescem e isso é maravilhoso.
ATENÇÃO: Não clique no vídeo se você sofre de problemas cardíacos.
O Avesso do Blog
Uma leitora enviou uma foto de bastidores, tirada durante a Marcha.
Segundo ela, é para explicar como são feitas as fotos do blog. Nem tudo é glamour - às vezes tem que subir no muro, escalar a árvore ou sentar no chão.
Não vale é perder o post!
Segundo ela, é para explicar como são feitas as fotos do blog. Nem tudo é glamour - às vezes tem que subir no muro, escalar a árvore ou sentar no chão.
Não vale é perder o post!
Última Noite
O "sábado à noite" tem um significado diferente em Israel, especialmente em Jerusalém. Aqui, a semana tem 6 dias úteis: escolas, lojas, serviços públicos e tudo o mais funciona normalmente aos domingos. O shabat é o único dia em que as escolas param. Para os religiosos e tradicionalistas, que são dois terços da população de Jerusalém, é proibido fazer compras no Shabat, de forma que o "sábado à noite" é, por excelência, o principal momento de compras e entretenimento.
Assim, as lojas começam a abrir mais ou menos uma hora após o Shabat terminar. É surpreendente ver a transformação: ruas que ontem vimos ermas e pacatas agora ganhavam cores, luzes e gente. Gente de todos os tipos e de todas as cores. Os restaurantes e lojas do Shopping e das ruas começam a abrir e atrair com suas luzes grandes multidões. Já era quase meia noite quando voltamos para o hotel e a cidade estava viva, com muita gente perambulando pelas ruas.
Fomos ao Shopping Mamila, um moderno Shopping com famosas marcas mundiais e israelenses, encrustado nas muralhas da cidade velha. O Shopping foi elaborado levando em consideração à arquitetura e as características da cidade. O resultado é fantástico: é a própria expressão da união entre o antigo e o moderno. Em alguns trechos, utilizaram as pedras originais das casas que estavam na região, que foram desmontadas e reconstruídas novamente pedra por pedra. Para facilitar esse trabalho, identificaram as pedras. Em alguns lugares, deixaram isso à mostra.
Tivemos também a oportunidade de caminhar e fazer compras na Ben Iehuda, uma rua exclusiva para pedestres que reúne muitas lojas de souvenir e restaurantes, além de atrair um grande número de artistas de rua. Aqui, se encontra de tudo, de japonesas cantando músicas judaicas a judeus ultra-ortodoxos cantando "Tears in Heaven" - não há o que não haja.
Agora já voltamos para o hotel. Hoje é nossa última noite em Israel. A última noite da Marcha. Já é hora de arrumar as malas e preparar-nos para nosso dia de amanhã.
Até daqui a pouco.
Ben Yehuda
Ben Yehuda
Loja no Mamila com pedras originais
Ben Yehuda
Mamila
Ruas Cheias
Shavua Tov!
Estamos de volta!
Até mais tarde.
O Shabat foi incrível. Estivemos no Kotel, fomos ao Museu de Israel, aos jardins do Knesset e, claro, descansamos um pouco. Alguns também saíram com familiares e com amigos e fizeram diferentes programas.
Hoje é nossa última noite em Israel e vamos aproveitá-la. Já fizemos a havdalá e, daqui a pouquinho, sairemos para a Ben Iehuda e o Mamila, os lugares mais movimentados da cidade. Agora, portanto, não há tempo para contar muito; fico devendo. Mais tarde, quando voltarmos ao hotel (será bem mais tarde, mas ainda hoje), volto para contar como foi nosso shabat e também para postar imagens de nossa saída de Motsaei Shabat (sábado à noite), pois para todo Shabat há um Motsaei Shabat.
Até mais tarde.
Havdalá no hotel
Havdalá no hotel
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Shabat Shalom!!!
Já são 17:15h aqui no coração do mundo, em Jerusalém. Logo mais, às 18:00h sairemos para o Kotel. Ou seja, este é o último post deste blog antes do Shabat - o próximo virá somente no sábado após o anoitecer.
Aqui é diferente de Varsóvia. Aqui, o Shabat está diretamente conectado à alma da cidade. Os carros praticamente deixam de circular. Hoje e amanhã, o ruído dos ônibus e bondes é apenas uma vaga lembrança. A cidade, pacata, se entrega aos passeios das famílias e às brincadeiras das crianças pelas ruas. Tergiversei.
Daqui a 40 minutos sairemos para o Kotel, para fazer o Kabalat Shabat - um Kabalat Shabat que certamente será inesquecível (como quase tudo nessa viagem!). Voltaremos ao hotel para jantar com o pessoal do Renascença e fazer uma atividade.
Amanhã acordamos mais tarde, vamos passear pela região do hotel e visitar o Museon Israel, o mais completo museu do país, que abriga em seu acervo os pergaminhos do Mar Morto. Depois da havdalá, iremos ao Mamila, um shopping à céu aberto, encravado nas muralhas da Cidade Velha. Vamos também à Ben Yehuda, a mais badalada rua do centro da cidade.
Portanto, fiéis seguidores deste blog, agora vos deixo para receber o Shabat em Jerusalém. Amanhã de noite eu volto.
SHABAT SHALOM!!!
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