Agora multiplique.
Multiplique de novo.
Pois, é! Não chegou nem perto!!!
Nossa primeira parada em Israel foi Cesareia, na costa do Mediterrâneo. Nem parece que foi ontem que estávamos na Polônia. Do mesmo modo que ficaram para trás as longas e impronunciáveis palavras, coalhadas de consoantes e carentes de vogais, as cores do país europeu também já não se fazem presentes, dando lugar a outros tons, outro brilho, outra luz.
Também por primeira vez em nossa viagem recuamos no tempo 2000 anos (em Jerusalém iremos ainda além) e aprendemos um pouco sobre a imponente Cesareia Maritima. Construída por Herodes, em homenagem ao Cesar. Depois dos romanos, passaram por aqui os Bizantinos e a cidade se tornou cristã. Vieram então os árabes e aqui ergueram sua Mesquita. Invadiram então os Cruzados, transformando-a em fortaleza européia, incrustada no Oriente Médio. Baybars destrói então Cesareia, que permanece praticamente 600 anos inabitada.
Infelizmente, a câmera não capta a beleza do local e meu vocabulário é demais pobre para descrevê-la. Aqui abundam de tal forma os tons de azul que o mar se mescla ao céu sem que a vista perceba. Ainda assim, posto abaixo algumas imagens que certamente não farão jus à beleza de Cesareia, mas, ao menos, alegrará os pais que anseiam ver seus filhos.
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